Na verdade todas as crianças desta dimensão da vida são ainda doentes em potencial, se analisarmos a doença sob seus múltiplos aspectos, embora nem todas estejam; num determinado momento; expressando-se com doença.
O ser humano é multidimensional (como todas as coisas, nós temos uma parte de nós polarizada nesta terceira dimensão ou física, e outra parte situa-se em planos extrafísicos), é uma unidade constituída por um corpo físico, um corpo mental/emocional e um corpo espiritual; portanto, nossas doenças também conjugam fatores físicos e extra/físicos.
Porque a maioria de nós tem o foco da atenção direcionado apenas para o mundo físico, e para as sensações orgânicas; é comum e natural que só se perceba; se valorize; e se busque curar as doenças objetivas ou físicas; ignorando-se pelos mais variados motivos as doenças extra/físicas ou subjetivas.
Buscamos criar um mundo sem doenças, dores e sofrimentos, isso é um sonho de todos; porém se quisermos acelerar a conquista de um mundo melhor, é necessário reformular nossos conceitos de saúde, de doença e de cura. A doença tem sua origem nos desequilíbrios do pensar/sentir/agir, desse modo, tanto é doença uma gastrite, uma gripe, quanto um medo mórbido, a gula, a inveja, a mentira, o orgulho, a agressividade. Esquecer que há doenças do corpo, da mente e da alma é buscar de forma voluntária a dor, o sofrer tanto em nós quanto nos que nos cercam. Por esse motivo, aumenta de forma acelerada o número de pessoas desajustadas e pouco adaptadas aos dias de hoje; muitas vezes, por pura preguiça.
Em se tratando de crianças, para bem desempenharmos nossa tarefa de pais e de mães é necessário dar a mesma atenção a uma tendência à mentira compulsiva ou a um medo mórbido de uma criança; quanto nós costumamos dar a uma amigdalite ou a uma pneumonia.
A nosso ver, as doenças da alma são tão ou mais graves que as doenças do corpo. Nossos interesses egoístas e nossa preguiça são o pai e a mãe da nossa visão imediatista, que não nos deixa ver com clareza que a dor moral da preocupação de ver um filho submetido a um tratamento cirúrgico de uma apendicite, por exemplo, é menor e menos demorada do que ver e acompanhar a cirurgia social de um filho com tendências de agressividade ou de se apropriar dos bens alheios, preso numa cadeia ou morto. Ou então, acompanhar o desespero de um filho angustiado, depressivo, quase um morto/vivo, totalmente desmotivado para viver, sem motivo aparente.
Se perguntarmos para um verdadeiro sábio qual é a origem das doenças no ser humano a resposta será “curta e grossa”: Doença é falta de educação - portanto todas as doenças são evitáveis, e a profilaxia para evitar nossa sensação de sofrer, é a educação; mas uma educação formativa para viver como um verdadeiro ser humano, integrado às Leis Naturais da Evolução - todo o doente de qualquer tipo foi, e, é um mal educado para viver a vida. Como antigamente, em todos os tempos conhecidos; é verdade que nesta geração de pais e mães a nossa educação para a vida ainda deixou muito a desejar, mas isso, não pode ser desculpa, hoje, para nossa recusa em nos auto/educarmos de forma voluntária e ativa.
Como primeiro passo é sempre que possível tentar mostrar à criança onde e quando ela escolheu mal; mostrar a ela um conjunto causa/efeito de suas atitudes para que ela aos poucos vá percebendo suas tendências de reagir e agir usando a inteligência e a meditação como fator moderador de seus impulsos inatos. Mas, para que o método do discurso funcione; é preciso que os exemplos sejam adequados.
domingo, 3 de janeiro de 2010
TODOS ESPERAM UMA CRIANÇA SADIA
O QUE É UMA CRIANÇA SADIA?
Embora com toda parafernália de tecnologia á disposição - Se o conceito de criança doente é relativo a uma série de fatores, é lógico que o de criança sadia também seja relativo, pois nos primeiros dias, meses ou anos de vida muitas doenças não podem ser ainda detectadas, exceto as lesionais; e apenas poderão sê-lo ao longo do desenvolvimento funcional, morfológico, psíquico e emocional da criança. Depois, é preciso analisar se estamos avaliando a criança como um ser integral que pensa, sente e age ou apenas uma parte de seu corpo, ou ainda, apenas um momento da vida da criatura.
Para a maioria de nós, mesmo no curto espaço de uma vida, o conceito de sadio ou saudável, passa por diferentes fases. Quando a criança é esperada, a gravidez foi desejada, de início, já durante a gestação, para os pais a preocupação é: será uma criança “perfeita”? Para eles uma criança “perfeita” é uma criança que não trouxe nenhuma lesão congênita ou funcional de pronto, de imediato ao nascimento. Antigamente o nascimento era uma verdadeira loteria no que se refere a esse conceito de criança doente ou sadia, ou até mesmo, se seria menino ou menina, a expectativa era tão forte a ponto de criar doenças de somatização em algum dos familiares, já nos dias atuais, após o advento do recurso do ultra/som esse tipo de expectativa foi abrandado – embora algumas pessoas carreguem durante a vida seqüelas psicológicas pela forma como foram recebidas ao nascer; pois não eram do sexo desejado pelos pais.
Porém, à medida que o tempo vai passando, a cada nova fase do desenvolvimento da criança, novos conceitos de doença vão surgindo, e mesmo alguns dos aspectos do desenvolvimento mental/emocional e do comportamento considerados inadequados, vão recebendo o rótulo de doenças.
Para uma grande parte das pessoas, criança sadia é aquela que não dá “trabalho” para o adulto, ou seja, a que não exija maiores cuidados e atenção; e principalmente que atenda a todas as expectativas do adulto.
A rigor não existem crianças totalmente sadias, pois ao nascer todos já trazemos tendências e predisposições para adoecer e isso é inerente a este plano da vida. Para quem se dispuser a observar, não é muito difícil identificar essas predisposições, utilizando apenas os recursos cotidianos de observar, refletir e agir... Mais algum tempo, e muito mais pessoas do que hoje as há, terão mais consciência do porque e do para que se vive; desse momento em diante, elas conseguirão detectar, além das tradicionais moléstias físicas; graves doenças da alma nas crianças, como: orgulho, impaciência, agressividade, intolerância, egoísmo, inveja, maledicência, calúnia, mentira, etc. Doenças que dia menos dia se exteriorizarão nos distúrbios do comportamento que perturbam, ou se materializarão no corpo físico. E buscarão recursos para ajudar as crianças desde cedo a promoverem uma reciclagem íntima ativa. Reforma das tendências e predisposições inatas ou adquiridas que por si só, já é um tratamento curativo e profilático.
Porém, não basta ajudar a criança a identificar o que deve ser modificado, nem somente oferecer-lhe ajuda externa. É necessário ensinar-lhe os meios mais eficazes, e principalmente exemplificar, mostrar como se faz, na tentativa do adulto em se modificar.
Embora com toda parafernália de tecnologia á disposição - Se o conceito de criança doente é relativo a uma série de fatores, é lógico que o de criança sadia também seja relativo, pois nos primeiros dias, meses ou anos de vida muitas doenças não podem ser ainda detectadas, exceto as lesionais; e apenas poderão sê-lo ao longo do desenvolvimento funcional, morfológico, psíquico e emocional da criança. Depois, é preciso analisar se estamos avaliando a criança como um ser integral que pensa, sente e age ou apenas uma parte de seu corpo, ou ainda, apenas um momento da vida da criatura.
Para a maioria de nós, mesmo no curto espaço de uma vida, o conceito de sadio ou saudável, passa por diferentes fases. Quando a criança é esperada, a gravidez foi desejada, de início, já durante a gestação, para os pais a preocupação é: será uma criança “perfeita”? Para eles uma criança “perfeita” é uma criança que não trouxe nenhuma lesão congênita ou funcional de pronto, de imediato ao nascimento. Antigamente o nascimento era uma verdadeira loteria no que se refere a esse conceito de criança doente ou sadia, ou até mesmo, se seria menino ou menina, a expectativa era tão forte a ponto de criar doenças de somatização em algum dos familiares, já nos dias atuais, após o advento do recurso do ultra/som esse tipo de expectativa foi abrandado – embora algumas pessoas carreguem durante a vida seqüelas psicológicas pela forma como foram recebidas ao nascer; pois não eram do sexo desejado pelos pais.
Porém, à medida que o tempo vai passando, a cada nova fase do desenvolvimento da criança, novos conceitos de doença vão surgindo, e mesmo alguns dos aspectos do desenvolvimento mental/emocional e do comportamento considerados inadequados, vão recebendo o rótulo de doenças.
Para uma grande parte das pessoas, criança sadia é aquela que não dá “trabalho” para o adulto, ou seja, a que não exija maiores cuidados e atenção; e principalmente que atenda a todas as expectativas do adulto.
A rigor não existem crianças totalmente sadias, pois ao nascer todos já trazemos tendências e predisposições para adoecer e isso é inerente a este plano da vida. Para quem se dispuser a observar, não é muito difícil identificar essas predisposições, utilizando apenas os recursos cotidianos de observar, refletir e agir... Mais algum tempo, e muito mais pessoas do que hoje as há, terão mais consciência do porque e do para que se vive; desse momento em diante, elas conseguirão detectar, além das tradicionais moléstias físicas; graves doenças da alma nas crianças, como: orgulho, impaciência, agressividade, intolerância, egoísmo, inveja, maledicência, calúnia, mentira, etc. Doenças que dia menos dia se exteriorizarão nos distúrbios do comportamento que perturbam, ou se materializarão no corpo físico. E buscarão recursos para ajudar as crianças desde cedo a promoverem uma reciclagem íntima ativa. Reforma das tendências e predisposições inatas ou adquiridas que por si só, já é um tratamento curativo e profilático.
Porém, não basta ajudar a criança a identificar o que deve ser modificado, nem somente oferecer-lhe ajuda externa. É necessário ensinar-lhe os meios mais eficazes, e principalmente exemplificar, mostrar como se faz, na tentativa do adulto em se modificar.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
COMO DETECTAR UM FUTURO ALCOÓLATRA
VAMOS COMEMORAR!
Hoje é véspera de ano novo!
A perder no tempo; desde sempre e, ainda hoje, nos reunimos para comer e beber – e, esta época de comemorações natalinas e de virada do ano é especial para diagnosticar uma alma que veio lidar com vício do álcool em mais uma jornada evolutiva – sim; pois jornada a jornada; aula a aula; as lições não apreendidas serão repetidas até o fim.
No meu trabalho como tradicional e hoje deturpado médico de famílias uso muito a Homeopatia como recurso terapêutico; perdi a conta dos pais alcoólatras (bebem quase todos os dias para relaxar ou em festas) que manifestam preocupação quanto aos medicamentos; pois o veículo que mantém a energia vital acelerada do medicamento é o etanol – que pode ser acoplado á lactose (populares entre as crianças: bolinhas homeopáticas) que por si só também é incapaz de criar um compulsivo por doces com sobrepeso ou diabético.
As pessoas se preocupam com o que está á mostra; mas, não com seus exemplos: boa parte das crianças de hoje serão alcoólatras em breve; algumas até na fase infantil; mas, quase sempre em virtude do exemplo dos pais que não sabem distinguir o alcoólatra do bebum; aquela caricatura de ser humano que dá vexame e vive com a boca cheia de formigas.
O primeiro estágio de muitos futuros alcoólatras é o livre e diário consumo de refrigerante, um álibi, que se oferece aos pais que bebem quase todos os dias seu destilado, cerveja, vinho, etc. -
Um álibi? – Resumindo: boa parte dos alcoólatras aprendeu com a família e o meio ambiente em que foi criado – mas, alguns deles; já aportaram nesta vida com essa difícil tarefa como fase a ser superada impressa em seu DNA, e, podem ser diagnosticados com facilidade – bem antes que as frustrações de todos os tipos; aliado ao exemplo os transforme em bebuns; que podem até ser grandes figuras como pessoas de destaque em todas as áreas de atuação na vida humana...
Nestas festas de fim de ano (ou em todas as comemorações: aniversário, velórios, festas em geral) – quando sobrou um restinho de vinho, destilado ou cerveja e o pequeno vai lá e toma tudo num gole só – sem fazer careta – Opa! – Um alcoólatra em potencial foi descoberto; daí em diante, basta atenção.
Receita?
Deixe de beber.
As mais eficazes e radicais daremos depois para não escandalizar os mornos.
Hoje é véspera de ano novo!
A perder no tempo; desde sempre e, ainda hoje, nos reunimos para comer e beber – e, esta época de comemorações natalinas e de virada do ano é especial para diagnosticar uma alma que veio lidar com vício do álcool em mais uma jornada evolutiva – sim; pois jornada a jornada; aula a aula; as lições não apreendidas serão repetidas até o fim.
No meu trabalho como tradicional e hoje deturpado médico de famílias uso muito a Homeopatia como recurso terapêutico; perdi a conta dos pais alcoólatras (bebem quase todos os dias para relaxar ou em festas) que manifestam preocupação quanto aos medicamentos; pois o veículo que mantém a energia vital acelerada do medicamento é o etanol – que pode ser acoplado á lactose (populares entre as crianças: bolinhas homeopáticas) que por si só também é incapaz de criar um compulsivo por doces com sobrepeso ou diabético.
As pessoas se preocupam com o que está á mostra; mas, não com seus exemplos: boa parte das crianças de hoje serão alcoólatras em breve; algumas até na fase infantil; mas, quase sempre em virtude do exemplo dos pais que não sabem distinguir o alcoólatra do bebum; aquela caricatura de ser humano que dá vexame e vive com a boca cheia de formigas.
O primeiro estágio de muitos futuros alcoólatras é o livre e diário consumo de refrigerante, um álibi, que se oferece aos pais que bebem quase todos os dias seu destilado, cerveja, vinho, etc. -
Um álibi? – Resumindo: boa parte dos alcoólatras aprendeu com a família e o meio ambiente em que foi criado – mas, alguns deles; já aportaram nesta vida com essa difícil tarefa como fase a ser superada impressa em seu DNA, e, podem ser diagnosticados com facilidade – bem antes que as frustrações de todos os tipos; aliado ao exemplo os transforme em bebuns; que podem até ser grandes figuras como pessoas de destaque em todas as áreas de atuação na vida humana...
Nestas festas de fim de ano (ou em todas as comemorações: aniversário, velórios, festas em geral) – quando sobrou um restinho de vinho, destilado ou cerveja e o pequeno vai lá e toma tudo num gole só – sem fazer careta – Opa! – Um alcoólatra em potencial foi descoberto; daí em diante, basta atenção.
Receita?
Deixe de beber.
As mais eficazes e radicais daremos depois para não escandalizar os mornos.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
PREVENIR OU REMEDIAR?
ANTES TARDE DO QUE NUNCA?
Atualmente repetem-se diariamente as notícias sobre evasão escolar causada pelo cansaço, pelo estresse e pela doença; aumenta a cada dia a violência nas escolas e a delinqüência juvenil; nunca houve tanto consumo de drogas, bebidas alcoólicas, fumo, gravidez e aborto na adolescência; também é corriqueira a luta entre gangues rivais; e também já é comum a depressão, o pânico e o suicídio de crianças e adolescentes. E, em todos os lugares pais e professores reclamam que perderam o controle. “Que não podem mais com a vida deles”... Será possível que nessa safra de pessoas que estão nascendo nos dias de hoje estejam concentrados os piores, a ralé da evolução, para serem sentenciados e sofrerem a correção necessária?
Claro que não! A evolução das pessoas não pode ser contestada; até na forma física cada geração apresenta-se mais bonita que as gerações anteriores, ressaltando-se as naturais características de cada um, de acordo com suas necessidades e provas evolutivas; e avaliando-se uns pelos outros, são mais inteligentes e mais éticos, também do que os antecessores.
Um fator de desequilíbrio para a saúde física, mental e emocional das crianças e jovens, é que hoje as mudanças são muito rápidas e as gerações anteriores não são capazes de acompanhar o alucinante ritmo de transformações; pela lentidão no pensar e pouca maturidade psicológica; muitos estão defasados vivendo no antigamente, em momentos que já se foram. E o que é pior: tornaram-se incapazes de selecionar o que é importante do que é superfulo na vida de um ser humano.
Angustiam-se, deprimem-se, amedrontam-se e ensinam as crianças a reagir dessa inadequada maneira. É comum que crianças angustiadas, depressivas, em pânico tenham em casa bons professores nessas matérias...
Pais e filhos se entendem cada vez menos e ninguém tem tempo para ninguém. O que gera as crises de relacionamentos e o abismo entre gerações? Ficam no ar as perguntas: O que seria ideal fazer? E o que pode ser feito para resolver ou atenuar esse problema?
Quer bem encaminhar nas tarefas de vida de seu filho? – Estude, informe-se – mas acima de tudo: estude-o.
Planeje as lições. Aprenda a escrever os problemas – não adianta querer decorar seus filhos.
Atualmente repetem-se diariamente as notícias sobre evasão escolar causada pelo cansaço, pelo estresse e pela doença; aumenta a cada dia a violência nas escolas e a delinqüência juvenil; nunca houve tanto consumo de drogas, bebidas alcoólicas, fumo, gravidez e aborto na adolescência; também é corriqueira a luta entre gangues rivais; e também já é comum a depressão, o pânico e o suicídio de crianças e adolescentes. E, em todos os lugares pais e professores reclamam que perderam o controle. “Que não podem mais com a vida deles”... Será possível que nessa safra de pessoas que estão nascendo nos dias de hoje estejam concentrados os piores, a ralé da evolução, para serem sentenciados e sofrerem a correção necessária?
Claro que não! A evolução das pessoas não pode ser contestada; até na forma física cada geração apresenta-se mais bonita que as gerações anteriores, ressaltando-se as naturais características de cada um, de acordo com suas necessidades e provas evolutivas; e avaliando-se uns pelos outros, são mais inteligentes e mais éticos, também do que os antecessores.
Um fator de desequilíbrio para a saúde física, mental e emocional das crianças e jovens, é que hoje as mudanças são muito rápidas e as gerações anteriores não são capazes de acompanhar o alucinante ritmo de transformações; pela lentidão no pensar e pouca maturidade psicológica; muitos estão defasados vivendo no antigamente, em momentos que já se foram. E o que é pior: tornaram-se incapazes de selecionar o que é importante do que é superfulo na vida de um ser humano.
Angustiam-se, deprimem-se, amedrontam-se e ensinam as crianças a reagir dessa inadequada maneira. É comum que crianças angustiadas, depressivas, em pânico tenham em casa bons professores nessas matérias...
Pais e filhos se entendem cada vez menos e ninguém tem tempo para ninguém. O que gera as crises de relacionamentos e o abismo entre gerações? Ficam no ar as perguntas: O que seria ideal fazer? E o que pode ser feito para resolver ou atenuar esse problema?
Quer bem encaminhar nas tarefas de vida de seu filho? – Estude, informe-se – mas acima de tudo: estude-o.
Planeje as lições. Aprenda a escrever os problemas – não adianta querer decorar seus filhos.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
SERIA BOM SE OS FILHOS VIESSEM COM MANUAL DE INSTRUÇÃO
O melhor é que eles vêm - apenas não queremos ler - melhor somos analfbetos quando e trata de ler a vida.
Puxou não sei para quem! - É igualzinho ao pai! - É da idade vai passar!
A verdade é que a maior parte de nossas dificuldades e sofrer durante a existência seriam aliviadas ou eliminadas com um simples estudo a respeito da tarefa existencial dos seres que escolhemos como nossos filhos.
Puxou não sei para quem! - É igualzinho ao pai! - É da idade vai passar!
A verdade é que a maior parte de nossas dificuldades e sofrer durante a existência seriam aliviadas ou eliminadas com um simples estudo a respeito da tarefa existencial dos seres que escolhemos como nossos filhos.
Assinar:
Postagens (Atom)
